A notícia que mexeu com o Rio Grande do Sul neste começo de semana foi o fechamento da unidade de produção da Azaleia em Parobé. O motivo para o alvoroço, como não poderia deixar de ser, é o desemprego de 840 pessoas, comprometendo a renda de um número igual de famílias. Tento sempre analisar neste blog alguns aspectos políticos da região e foi perceptível, desde que a notícia veio a público, condenações sobre o que políticos do Vale do Paranhana poderiam ter feito para evitar isso.
Posso dizer que, acompanhando a questão Azaleia desde que a venda da empresa foi confirmada para a Vulcabras, o poder de influência dos políticos regionais sobre a decisão é praticamente nula. O Executivo parobeense, por exemplo, poucas variáveis tinha a sua disposição para tentar evitar a decisão da empresa. Se formos verificar nos dados oficiais, veremos que o setor calçadista da região está criando empregos neste começo de ano. Portanto, a decisão da Azaleia de fechar a produção em Parobé levou em conta uma estratégia da empresa, cujo poder de influência política é praticamente nulo.
O problema da Azaleia traz à tona, novamente, a dificuldade que a região tem com representatividade política. Infelizmente, o Vale do Paranhana não é ouvido pelos governos estadual e federal e o setor calçadista, por conseguinte, também não vem sendo escutado. Em entrevista concedida à Rádio Taquara, no programa do colega Luis Carlos Masutti, o deputado Renato Molling levantou a necessidade de renovação da medida antidumping contra o calçado chinês. E qual será a liderança da região que vai se levantar para bater nesta tecla?
Posso dizer que, acompanhando a questão Azaleia desde que a venda da empresa foi confirmada para a Vulcabras, o poder de influência dos políticos regionais sobre a decisão é praticamente nula. O Executivo parobeense, por exemplo, poucas variáveis tinha a sua disposição para tentar evitar a decisão da empresa. Se formos verificar nos dados oficiais, veremos que o setor calçadista da região está criando empregos neste começo de ano. Portanto, a decisão da Azaleia de fechar a produção em Parobé levou em conta uma estratégia da empresa, cujo poder de influência política é praticamente nulo.
O problema da Azaleia traz à tona, novamente, a dificuldade que a região tem com representatividade política. Infelizmente, o Vale do Paranhana não é ouvido pelos governos estadual e federal e o setor calçadista, por conseguinte, também não vem sendo escutado. Em entrevista concedida à Rádio Taquara, no programa do colega Luis Carlos Masutti, o deputado Renato Molling levantou a necessidade de renovação da medida antidumping contra o calçado chinês. E qual será a liderança da região que vai se levantar para bater nesta tecla?
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